O essencial
- O canal decide as colunas: o que carregas num portal vai numa coluna; o que envias por email a uma pessoa pode ter uma barra lateral, se passar no teste de copiar e colar.
- É o país da oferta que decide a foto e os dados pessoais, não o teu. Em Portugal a foto é muitas vezes apreciada; no Reino Unido e nos Estados Unidos não se põe.
- Data de nascimento, estado civil e números de identificação quase nunca ajudam. Em Portugal, a entidade empregadora não pode pedir informação sobre a tua vida privada, saúde ou gravidez sem a justificar por escrito.
- Duas páginas é o teto que as orientações oficiais de vários países repetem; para Portugal, a EURES fala de uma ou duas. Uma se o teu percurso couber sem cortar resultados; duas se cortar te obrigar a tirar o que a oferta pede.
- Um PDF exportado do processador de texto, num só ficheiro e com o teu nome no nome do ficheiro. Word só quando o pedem.
O que vale em todos os países
Antes de ver o que muda, convém fixar o que não muda em lado nenhum. Quem recruta dá ao CV um primeiro olhar muito curto, e nesse olhar procura três coisas: qual é a tua função, onde trabalhaste recentemente e se o que fizeste se parece com o que a oferta pede. O estudo de seguimento ocular da TheLadders mediu esse primeiro olhar em cerca de sete segundos e concluiu que os CV mais bem avaliados tinham um design simples, com secções e funções bem marcadas.
Daí saem as regras que servem em todo o lado. A experiência vai por ordem inversa, da mais recente para a mais antiga. Os títulos das secções usam nomes comuns (Experiência, Formação, Línguas, Competências) para que qualquer pessoa e qualquer sistema os reconheça. Os contactos ficam no corpo do documento, não no cabeçalho da página nem dentro de ícones. E cada função lê-se da mesma maneira: cargo, empresa, cidade e datas, e por baixo os resultados. A EURES acrescenta para Portugal uma regra útil: pôr os resultados mais fortes na metade de cima da primeira página.
durou em média o primeiro olhar de um recrutador a um CV no estudo de seguimento ocular da TheLadders (Estados Unidos, 2018).
Fonte: TheLadders, Eye-Tracking Study, 2018de CV Europass tinham sido preenchidos desde 2005, segundo o Cedefop (2016). É o formato europeu comum, e por isso aparece em concursos públicos e candidaturas académicas.
Fonte: Cedefop, Europass CV benefits businesses, 2016Uma coluna ou duas: decide o canal, não o design
A pergunta «uma ou duas colunas?» não tem uma resposta única, porque o mesmo CV faz viagens diferentes. Quando o carregas num portal de emprego ou na página de carreiras de uma grande empresa, a primeira coisa que acontece é um programa extrair o texto para preencher uma ficha de candidato. Com uma coluna, o texto sai pela ordem em que o escreveste. Com duas, alguns programas misturam a barra lateral com a experiência e a tua ficha fica com linhas trocadas.
Quando o envias por email a uma pessoa, ou o levas impresso a uma feira de emprego, alguém o lê de cima para baixo, e uma barra lateral bem feita orienta o olhar. No estudo da TheLadders, os CV pior avaliados juntavam várias colunas, frases longas e pouco espaço em branco: o problema não era a coluna em si, mas a confusão.
É o critério com que trabalhamos na Cernoria, e é o mesmo que a app usa para dizer quanto arrisca cada modelo com o ATS.
| Canal | Quem o lê primeiro | Colunas | Cuidados |
|---|---|---|---|
| Grande portal de emprego | Um programa que extrai o texto | Uma | Títulos de secção comuns, sem tabelas nem caixas de texto |
| Página de carreiras de uma empresa | Um ATS (Workday, SuccessFactors e outros) | Uma | O formulário e o CV têm de dizer o mesmo, com as mesmas datas |
| Email a um recrutador | Uma pessoa | Uma ou duas | Se usares duas, tem de passar no teste de copiar e colar |
| Mensagem no LinkedIn ou recomendação | Uma pessoa, quase sempre no telemóvel | Uma ou duas | Legível em ecrã pequeno: letra não inferior a 10 pontos |
| Impresso, numa feira ou em mão | Uma pessoa | Uma ou duas | Papel branco e nada que dependa da cor para se perceber |
Foto, idade e estado civil: o que se põe, país a país
É aqui que está a maior diferença entre mercados, e a regra para não errar é simples: decide o país da oferta, não o teu. Se vives no Porto e te candidatas a uma empresa de Londres, o teu CV segue os hábitos britânicos.
Para Portugal, a EURES diz que a inclusão de uma fotografia é muitas vezes apreciada, que o CV tem uma ou duas páginas e que basta indicar a cidade e o país, sem a morada completa. O Código do Trabalho, no artigo 17.º, impede a entidade empregadora de exigir a um candidato informações sobre a vida privada, a saúde ou o estado de gravidez, salvo quando sejam necessárias e haja fundamentação por escrito. Construímos esta tabela só com o que dizem as leis, os serviços públicos de emprego e as orientações oficiais de cada país. Onde uma fonte não diz nada sobre um ponto, a tabela não inventa.
| País | Foto | Dados pessoais | Bom saber |
|---|---|---|---|
| Portugal | Muitas vezes apreciada (EURES) | Cidade e país, não a morada completa (EURES) | Uma ou duas páginas; sem perguntas sobre saúde ou gravidez sem fundamentação escrita (Código do Trabalho, art. 17.º) |
| Reino Unido | Não se põe e não é esperada | Nem idade, nem data de nascimento, nem estado civil, nem nacionalidade (National Careers Service) | Uma ou duas páginas completas, nunca meia (Universidade de Dundee) |
| Estados Unidos | Não: a EEOC diz que o empregador não a deve pedir | Origem, sexo, idade e religião não devem pesar na decisão (EEOC) | A foto, se for precisa, pede-se depois de aceite a oferta |
| Alemanha | Habitual: o guia da Agência Federal de Emprego põe-na no canto superior direito | A lei da igualdade de tratamento (AGG) protege contra a discriminação na seleção | Duas páginas no máximo; um só PDF até 5 MB |
| França | A ficha da EURES não a pede | Estado civil, idade e nacionalidade são facultativos (EURES) | O que te pedem tem de ter ligação direta com o posto (Code du travail, art. L1221-6) |
| Itália | Não é precisa, salvo se a empresa a pedir (EURES) | A EURES aconselha a autorização para tratar os dados; por lei não é precisa num CV espontâneo (Codice privacy, art. 111-bis) | Pode usar-se o modelo Europass |
| Espanha | Não é imprescindível; útil em algumas funções (EURES) | A entidade empregadora não pode perguntar pela tua saúde (Ley 15/2022, art. 9.5) | Duas páginas A4 no máximo, segundo a EURES |
| Argentina | Facultativa; se houver, tipo passe e formal (guia oficial) | O guia oficial inclui documento, data de nascimento e estado civil | Até duas páginas; a Lei 23.592 obriga a reparar os atos discriminatórios |
| México | À escolha; nos empregos públicos do Estado do México não pode ser pedida desde 2024 | A lei federal do trabalho proíbe recusar contratar por origem, sexo, idade e outros motivos (art. 133, I) | Ninguém pode exigir um atestado de não gravidez (art. 133, XIV) |
| Colômbia | Não é obrigatória; se houver, 3x4 com fundo azul ou branco (elempleo) | No setor público manda o formulário único de CV (Lei 190 de 1995) | Até três páginas, conforme a experiência (elempleo) |
| Chile | Não é obrigatória (OMIL) | O guia da OMIL de Antofagasta põe o RUT e a data de nascimento no cabeçalho | Uma oferta não pode exigir condições como idade ou estado civil (Código do Trabalho chileno, art. 2) |
Se puseres foto, que conte a teu favor
Onde a foto é habitual, uma má foto tira mais do que a ausência. O guia oficial argentino pede tamanho tipo passe e tom formal; o elempleo, na Colômbia, recomenda uma foto digitalizada de 3x4 com fundo azul ou branco e desaconselha fotos recortadas e selfies. Estas duas indicações resumem o que funciona onde quer que a foto se use, Portugal incluído.
Há um pormenor técnico que quase ninguém verifica: a foto não é lida como texto. Um ATS não extrai nada dela, por isso nunca ponhas o nome, a função ou os contactos dentro de uma imagem. E nos modelos de duas colunas a foto costuma ficar na barra lateral, que é precisamente a parte que alguns programas baralham. Se o CV vai para um portal, uma foto no cabeçalho de um modelo de uma coluna é a opção mais segura.
- Fundo liso e claro, rosto e ombros, olhar para a câmara.
- Roupa como a que levarias a uma entrevista para essa função.
- Uma foto recente: quem te entrevistar tem de te reconhecer.
- Nada de fotos de férias, recortes de fotos de grupo ou filtros.
- Se a oferta for do Reino Unido ou dos Estados Unidos, sem foto.
Quantas páginas: decide o conteúdo
A regra «uma página, aconteça o que acontecer» repete-se muito e quase sempre sem contexto. Para Portugal, a EURES diz que o CV tem uma ou duas páginas. As orientações oficiais de outros países põem o teto em duas: a EURES para Espanha e para França, a Agência Federal de Emprego alemã, o guia oficial argentino. A Universidade de Dundee fala de uma ou duas páginas completas para um CV britânico, e o elempleo, na Colômbia, de até três conforme a experiência.
O único estudo com números sobre o tamanho que encontrámos é uma simulação da ResumeGo, uma empresa de redação de CV, com 482 profissionais de recrutamento. Escolheram mais CV de duas páginas do que de uma. Mas é preciso lê-lo bem: as versões de duas páginas tinham mais conteúdo (700 a 850 palavras contra 350 a 500). O que mostra não é que duas páginas sejam melhores, mas que cortar resultados para caber numa página tem um custo.
| O teu caso | Tamanho | Porquê |
|---|---|---|
| Primeiro emprego, estágio ou menos de 3 anos | Uma página | Há menos para contar, e o vazio nota-se mais do que a brevidade |
| De 3 a 10 anos | Uma ou duas páginas | Duas se cortar te obrigar a tirar resultados que a oferta pede |
| Mais de 10 anos ou funções de direção | Duas páginas | Os últimos 10 a 15 anos com detalhe; antes disso, uma linha por função |
| Ensino, investigação ou concursos públicos | O que o concurso pedir | Publicações, formações e formulários oficiais mandam sobre qualquer regra |
PDF ou Word
PDF, salvo se te pedirem outra coisa. Um PDF vê-se igual em qualquer computador e em qualquer telemóvel, e se o exportares do processador de texto o texto é real e pode ser selecionado: é disso que um ATS precisa. O guia da Agência Federal de Emprego alemã di-lo sem rodeios: PDF, não DOCX nem imagens, e tudo num só ficheiro até 5 MB.
O Word faz sentido num caso: quando uma empresa de recrutamento o pede para o editar ou tirar os teus dados antes de o enviar ao cliente. O que nunca serve é um PDF digitalizado ou uma foto do CV impresso. Aí não há texto, só uma imagem, e o sistema recebe uma página em branco.
O nome do ficheiro e o envio
O ficheiro é a primeira coisa que vê quem recebe o teu email, e fica guardado numa pasta com muitos outros. «CV.pdf» ou «Documento1 final final.pdf» perdem-se; um nome com o teu nome e a função encontra-se sozinho.
- Põe o teu nome e a função
Nome-Apelido-CV-Funcao.pdf, sem acentos nem espaços: «Ines-Exemplo-CV-Tecnica-Compras.pdf». Os hífenes evitam que alguns sistemas estraguem os caracteres.
- Um só ficheiro
Se te pedirem CV e carta de apresentação e o canal só aceitar um anexo, junta-os num PDF. Confirma que não passa dos 5 MB.
- Preenche o formulário mesmo que repita o CV
Se a página de carreiras tiver campos para a experiência, preenche-os com as mesmas datas e funções do CV. Muitas pesquisas são feitas nesses campos, não no ficheiro.
- Um assunto que se encontre
Num email, o assunto leva a função e a referência da oferta, se houver: «Candidatura: Técnica de Compras (ref. 2231)». Assim encontram-no quando o procuram.
- Abre-o antes de o enviar
No telemóvel, como a maioria o vai ver. Se alguma coisa ficar cortada ou mudar de sítio, corrige-se antes, não depois.
Europass: quando sim e quando não
O Europass é o modelo de CV comum da União Europeia: cria-se a partir de um perfil no seu portal e podem guardar-se várias versões. Para Espanha, a EURES apresenta-o como uma alternativa aos modelos clássicos, útil quando te candidatas noutro país europeu, e para Itália lembra que se pode preencher o modelo europeu.
O nosso critério: o Europass faz sentido quando o concurso o pede, em programas europeus, em lugares académicos ou na administração pública de um país da UE. Para uma empresa privada, um CV limpo de uma coluna diz o mesmo em menos espaço. O modelo europeu tende a ocupar mais páginas e dá o mesmo peso a todas as secções, quando o que importa é que se veja primeiro o que a oferta pede.
Um exemplo: o mesmo CV para três destinos
Uma pessoa inventada para ver as decisões na prática. A Inês Exemplo é técnica de compras no Porto, com seis anos de experiência, e esta semana envia o CV para três sítios diferentes.
Destino 1: um grupo de retalho em Lisboa, através da página de carreiras. O CV vai para um ATS. A Inês usa um modelo de uma coluna com foto no cabeçalho, porque em Portugal a fotografia é muitas vezes apreciada, em português, em duas páginas porque os seus resultados na negociação com fornecedores são exatamente o que a oferta pede. Indica Porto, Portugal, sem morada completa, e não põe data de nascimento nem estado civil. Preenche os campos do formulário com as mesmas datas.
Destino 2: a filial em Madrid de uma empresa de logística, por email à responsável de recrutamento, cujo nome lhe passou uma antiga colega. Quem vai ler é uma pessoa. A Inês usa um modelo com barra lateral e foto, porque a EURES diz que em Espanha pode ser útil em algumas funções. Esta versão passa no teste de copiar e colar. Duas páginas A4, o máximo que a EURES recomenda para Espanha.
Destino 3: uma empresa em Londres, através da página de carreiras, com a oferta em inglês. A Inês escreve o CV em inglês, numa coluna, sem foto, sem data de nascimento e sem nacionalidade, como aconselha o National Careers Service.
O que não muda em nenhuma versão: os cargos, as empresas, as datas e os números dos seus resultados. Mudam o design, a foto, a língua e a ordem dos resultados conforme cada oferta.
| Decisão | Página de carreiras em Lisboa | Email para Madrid | Página de carreiras em Londres |
|---|---|---|---|
| Modelo | Uma coluna | Barra lateral | Uma coluna |
| Foto | Sim, no cabeçalho | Sim | Não |
| Data de nascimento e estado civil | Não | Não | Não |
| Tamanho | Duas páginas | Duas páginas A4 | Duas páginas completas |
| Língua | Português | Espanhol | Inglês |
| Ficheiro | Ines-Exemplo-CV-Tecnica-Compras.pdf | Ines-Exemplo-CV-Tecnica-Compras-ES.pdf | Ines-Exemplo-CV-Buyer.pdf |
Erros de formato que custam entrevistas
- Um só CV para tudo. A versão de duas colunas com foto que funciona por email pode chegar baralhada a um portal, e a de uma coluna sem foto pode parecer fria numa feira. Tem as duas prontas.
- Pôr dados dentro de imagens ou ícones. O número de telemóvel dentro de um ícone de telefone é invisível para um ATS.
- Tabelas para alinhar datas. No ecrã parecem arrumadas e desfazem-se quando o texto é extraído. Usa tabulações ou põe as datas na mesma linha do cargo.
- Encolher a letra para caber numa página. Abaixo de 10 pontos não se lê no telemóvel. Se não couber, são duas páginas.
- Seguir os hábitos portugueses numa oferta de outro país. Uma foto num CV para Londres ou a data de nascimento num CV para Nova Iorque mostram que não conheces o mercado.
- Enviar um Word quando ninguém o pediu. Abre de forma diferente em cada computador e às vezes mostra comentários ou alterações registadas.
Na Cernoria vemos assim: o formato não é a parte criativa do CV, é a logística. A sua função é fazer chegar o que fizeste, inteiro e por ordem, a quem o tem de ler, no país onde o vai ler.
Perguntas frequentes
É melhor enviar o CV em Word ou em PDF?
Em PDF exportado do processador de texto, salvo se a oferta pedir Word. O PDF vê-se igual em todo o lado e o seu texto pode ser lido. Word só quando uma empresa de recrutamento o pede para o editar.
Em Portugal devo pôr foto no CV?
Não é obrigatório, mas a EURES diz que em Portugal é muitas vezes apreciada. Se a puseres, que seja profissional e recente; se o CV for para um portal, põe-na no cabeçalho de um modelo de uma coluna.
Vale a pena usar o CV Europass?
Quando o concurso o pede, em programas europeus, lugares académicos ou na administração pública de um país da UE. Para uma empresa privada, um CV de uma coluna bem organizado costuma dizer o mesmo em menos espaço.
O CV para uma empresa estrangeira tem de estar em inglês?
Vai na língua da oferta. Se a oferta estiver em inglês, o CV vai em inglês mesmo que a empresa seja alemã ou espanhola. Indica o teu nível real em cada língua.
Devo pôr a data de nascimento ou o estado civil?
Não é preciso. Não dizem nada sobre a forma como trabalhas, e o cartão de cidadão e o NIF pedem-se na contratação. No Reino Unido e nos Estados Unidos, não se põem.
Fontes
- TheLadders, Eye-Tracking Study, 2018
- Cedefop, Europass CV benefits businesses, 2016
- ResumeGo, Settling the Debate: One or Two Page Resumes (simulação com 482 profissionais de recrutamento)
- U.S. Equal Employment Opportunity Commission (EEOC), Prohibited Employment Policies/Practices
- National Careers Service (Reino Unido), CV sections
- Universidade de Dundee, CV writing guidance for international students
- Bundesagentur für Arbeit (Alemanha), Das 1x1 der Bewerbungsunterlagen, 2025
- Antidiskriminierungsstelle des Bundes (Alemanha), guia para empregadores sobre candidaturas anónimas, 2012
- EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Espanha
- EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: França
- Code du travail (França), artigo L1221-6
- EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Itália
- Código italiano de proteção de dados pessoais, art. 111-bis
- EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Portugal
- Código do Trabalho, artigo 17.º (proteção de dados pessoais)
- Argentina.gob.ar, El camino hacia tu próximo empleo (guia oficial de procura de emprego)
- Lei 23.592 (Argentina), atos discriminatórios
- Governo de Quintana Roo (México), declaração sobre a lei federal do trabalho, art. 133, 2024
- Expansión (México), Estado do México proíbe pedir CV com foto para empregos públicos, 2024
- Función Pública (Colômbia), Lei 190 de 1995, art. 1
- Elempleo.com (Colômbia), o que não pôr no CV
- OMIL do Município de Antofagasta (Chile), como fazer o CV
- Dirección del Trabajo (Chile), parecer 2963, 2018 (Código do Trabalho chileno, art. 2)
- Gómez-Acebo & Pombo (Espanha), dados pessoais pedidos no recrutamento, 2023 (Ley 15/2022, art. 9.5)

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