CV e ATS

Formato do CV: uma ou duas colunas, foto ou não, PDF ou Word, consoante o país

O formato do CV não é uma questão de gosto. Decidem-no duas coisas: o caminho que o teu CV faz (um portal de emprego ou uma página de carreiras, onde é lido primeiro por um programa, ou um email para uma pessoa) e o país da oferta. Com essas duas respostas, quase todas as outras dúvidas resolvem-se sozinhas.

Equipa CernoriaAtualizado a 14 de outubro de 202617 min de leitura

O essencial

  • O canal decide as colunas: o que carregas num portal vai numa coluna; o que envias por email a uma pessoa pode ter uma barra lateral, se passar no teste de copiar e colar.
  • É o país da oferta que decide a foto e os dados pessoais, não o teu. Em Portugal a foto é muitas vezes apreciada; no Reino Unido e nos Estados Unidos não se põe.
  • Data de nascimento, estado civil e números de identificação quase nunca ajudam. Em Portugal, a entidade empregadora não pode pedir informação sobre a tua vida privada, saúde ou gravidez sem a justificar por escrito.
  • Duas páginas é o teto que as orientações oficiais de vários países repetem; para Portugal, a EURES fala de uma ou duas. Uma se o teu percurso couber sem cortar resultados; duas se cortar te obrigar a tirar o que a oferta pede.
  • Um PDF exportado do processador de texto, num só ficheiro e com o teu nome no nome do ficheiro. Word só quando o pedem.

O que vale em todos os países

Antes de ver o que muda, convém fixar o que não muda em lado nenhum. Quem recruta dá ao CV um primeiro olhar muito curto, e nesse olhar procura três coisas: qual é a tua função, onde trabalhaste recentemente e se o que fizeste se parece com o que a oferta pede. O estudo de seguimento ocular da TheLadders mediu esse primeiro olhar em cerca de sete segundos e concluiu que os CV mais bem avaliados tinham um design simples, com secções e funções bem marcadas.

Daí saem as regras que servem em todo o lado. A experiência vai por ordem inversa, da mais recente para a mais antiga. Os títulos das secções usam nomes comuns (Experiência, Formação, Línguas, Competências) para que qualquer pessoa e qualquer sistema os reconheça. Os contactos ficam no corpo do documento, não no cabeçalho da página nem dentro de ícones. E cada função lê-se da mesma maneira: cargo, empresa, cidade e datas, e por baixo os resultados. A EURES acrescenta para Portugal uma regra útil: pôr os resultados mais fortes na metade de cima da primeira página.

7,4 s

durou em média o primeiro olhar de um recrutador a um CV no estudo de seguimento ocular da TheLadders (Estados Unidos, 2018).

Fonte: TheLadders, Eye-Tracking Study, 2018
65 milhões

de CV Europass tinham sido preenchidos desde 2005, segundo o Cedefop (2016). É o formato europeu comum, e por isso aparece em concursos públicos e candidaturas académicas.

Fonte: Cedefop, Europass CV benefits businesses, 2016

Uma coluna ou duas: decide o canal, não o design

A pergunta «uma ou duas colunas?» não tem uma resposta única, porque o mesmo CV faz viagens diferentes. Quando o carregas num portal de emprego ou na página de carreiras de uma grande empresa, a primeira coisa que acontece é um programa extrair o texto para preencher uma ficha de candidato. Com uma coluna, o texto sai pela ordem em que o escreveste. Com duas, alguns programas misturam a barra lateral com a experiência e a tua ficha fica com linhas trocadas.

Quando o envias por email a uma pessoa, ou o levas impresso a uma feira de emprego, alguém o lê de cima para baixo, e uma barra lateral bem feita orienta o olhar. No estudo da TheLadders, os CV pior avaliados juntavam várias colunas, frases longas e pouco espaço em branco: o problema não era a coluna em si, mas a confusão.

É o critério com que trabalhamos na Cernoria, e é o mesmo que a app usa para dizer quanto arrisca cada modelo com o ATS.

O caminho do teu CV e o formato que convém
CanalQuem o lê primeiroColunasCuidados
Grande portal de empregoUm programa que extrai o textoUmaTítulos de secção comuns, sem tabelas nem caixas de texto
Página de carreiras de uma empresaUm ATS (Workday, SuccessFactors e outros)UmaO formulário e o CV têm de dizer o mesmo, com as mesmas datas
Email a um recrutadorUma pessoaUma ou duasSe usares duas, tem de passar no teste de copiar e colar
Mensagem no LinkedIn ou recomendaçãoUma pessoa, quase sempre no telemóvelUma ou duasLegível em ecrã pequeno: letra não inferior a 10 pontos
Impresso, numa feira ou em mãoUma pessoaUma ou duasPapel branco e nada que dependa da cor para se perceber
Se não sabes que caminho vai fazer, uma coluna. Nunca perde.

Foto, idade e estado civil: o que se põe, país a país

É aqui que está a maior diferença entre mercados, e a regra para não errar é simples: decide o país da oferta, não o teu. Se vives no Porto e te candidatas a uma empresa de Londres, o teu CV segue os hábitos britânicos.

Para Portugal, a EURES diz que a inclusão de uma fotografia é muitas vezes apreciada, que o CV tem uma ou duas páginas e que basta indicar a cidade e o país, sem a morada completa. O Código do Trabalho, no artigo 17.º, impede a entidade empregadora de exigir a um candidato informações sobre a vida privada, a saúde ou o estado de gravidez, salvo quando sejam necessárias e haja fundamentação por escrito. Construímos esta tabela só com o que dizem as leis, os serviços públicos de emprego e as orientações oficiais de cada país. Onde uma fonte não diz nada sobre um ponto, a tabela não inventa.

Foto e dados pessoais no CV, país a país
PaísFotoDados pessoaisBom saber
PortugalMuitas vezes apreciada (EURES)Cidade e país, não a morada completa (EURES)Uma ou duas páginas; sem perguntas sobre saúde ou gravidez sem fundamentação escrita (Código do Trabalho, art. 17.º)
Reino UnidoNão se põe e não é esperadaNem idade, nem data de nascimento, nem estado civil, nem nacionalidade (National Careers Service)Uma ou duas páginas completas, nunca meia (Universidade de Dundee)
Estados UnidosNão: a EEOC diz que o empregador não a deve pedirOrigem, sexo, idade e religião não devem pesar na decisão (EEOC)A foto, se for precisa, pede-se depois de aceite a oferta
AlemanhaHabitual: o guia da Agência Federal de Emprego põe-na no canto superior direitoA lei da igualdade de tratamento (AGG) protege contra a discriminação na seleçãoDuas páginas no máximo; um só PDF até 5 MB
FrançaA ficha da EURES não a pedeEstado civil, idade e nacionalidade são facultativos (EURES)O que te pedem tem de ter ligação direta com o posto (Code du travail, art. L1221-6)
ItáliaNão é precisa, salvo se a empresa a pedir (EURES)A EURES aconselha a autorização para tratar os dados; por lei não é precisa num CV espontâneo (Codice privacy, art. 111-bis)Pode usar-se o modelo Europass
EspanhaNão é imprescindível; útil em algumas funções (EURES)A entidade empregadora não pode perguntar pela tua saúde (Ley 15/2022, art. 9.5)Duas páginas A4 no máximo, segundo a EURES
ArgentinaFacultativa; se houver, tipo passe e formal (guia oficial)O guia oficial inclui documento, data de nascimento e estado civilAté duas páginas; a Lei 23.592 obriga a reparar os atos discriminatórios
MéxicoÀ escolha; nos empregos públicos do Estado do México não pode ser pedida desde 2024A lei federal do trabalho proíbe recusar contratar por origem, sexo, idade e outros motivos (art. 133, I)Ninguém pode exigir um atestado de não gravidez (art. 133, XIV)
ColômbiaNão é obrigatória; se houver, 3x4 com fundo azul ou branco (elempleo)No setor público manda o formulário único de CV (Lei 190 de 1995)Até três páginas, conforme a experiência (elempleo)
ChileNão é obrigatória (OMIL)O guia da OMIL de Antofagasta põe o RUT e a data de nascimento no cabeçalhoUma oferta não pode exigir condições como idade ou estado civil (Código do Trabalho chileno, art. 2)
A tabela resume fontes oficiais e não é aconselhamento jurídico. Em caso de dúvida sobre um processo concreto, a norma citada em «Fontes» é a referência.

Se puseres foto, que conte a teu favor

Onde a foto é habitual, uma má foto tira mais do que a ausência. O guia oficial argentino pede tamanho tipo passe e tom formal; o elempleo, na Colômbia, recomenda uma foto digitalizada de 3x4 com fundo azul ou branco e desaconselha fotos recortadas e selfies. Estas duas indicações resumem o que funciona onde quer que a foto se use, Portugal incluído.

Há um pormenor técnico que quase ninguém verifica: a foto não é lida como texto. Um ATS não extrai nada dela, por isso nunca ponhas o nome, a função ou os contactos dentro de uma imagem. E nos modelos de duas colunas a foto costuma ficar na barra lateral, que é precisamente a parte que alguns programas baralham. Se o CV vai para um portal, uma foto no cabeçalho de um modelo de uma coluna é a opção mais segura.

  • Fundo liso e claro, rosto e ombros, olhar para a câmara.
  • Roupa como a que levarias a uma entrevista para essa função.
  • Uma foto recente: quem te entrevistar tem de te reconhecer.
  • Nada de fotos de férias, recortes de fotos de grupo ou filtros.
  • Se a oferta for do Reino Unido ou dos Estados Unidos, sem foto.

Quantas páginas: decide o conteúdo

A regra «uma página, aconteça o que acontecer» repete-se muito e quase sempre sem contexto. Para Portugal, a EURES diz que o CV tem uma ou duas páginas. As orientações oficiais de outros países põem o teto em duas: a EURES para Espanha e para França, a Agência Federal de Emprego alemã, o guia oficial argentino. A Universidade de Dundee fala de uma ou duas páginas completas para um CV britânico, e o elempleo, na Colômbia, de até três conforme a experiência.

O único estudo com números sobre o tamanho que encontrámos é uma simulação da ResumeGo, uma empresa de redação de CV, com 482 profissionais de recrutamento. Escolheram mais CV de duas páginas do que de uma. Mas é preciso lê-lo bem: as versões de duas páginas tinham mais conteúdo (700 a 850 palavras contra 350 a 500). O que mostra não é que duas páginas sejam melhores, mas que cortar resultados para caber numa página tem um custo.

CV escolhidos numa simulação com 482 profissionais de recrutamento, por tamanho (% do total, ResumeGo; cálculo nosso a partir dos seus números)
  • Duas páginas (700 a 850 palavras)70%
  • Uma página (350 a 500 palavras)30%
Fonte: ResumeGo, Settling the Debate: One or Two Page Resumes (simulação com 482 profissionais de recrutamento)
O tamanho conforme o teu percurso
O teu casoTamanhoPorquê
Primeiro emprego, estágio ou menos de 3 anosUma páginaHá menos para contar, e o vazio nota-se mais do que a brevidade
De 3 a 10 anosUma ou duas páginasDuas se cortar te obrigar a tirar resultados que a oferta pede
Mais de 10 anos ou funções de direçãoDuas páginasOs últimos 10 a 15 anos com detalhe; antes disso, uma linha por função
Ensino, investigação ou concursos públicosO que o concurso pedirPublicações, formações e formulários oficiais mandam sobre qualquer regra

PDF ou Word

PDF, salvo se te pedirem outra coisa. Um PDF vê-se igual em qualquer computador e em qualquer telemóvel, e se o exportares do processador de texto o texto é real e pode ser selecionado: é disso que um ATS precisa. O guia da Agência Federal de Emprego alemã di-lo sem rodeios: PDF, não DOCX nem imagens, e tudo num só ficheiro até 5 MB.

O Word faz sentido num caso: quando uma empresa de recrutamento o pede para o editar ou tirar os teus dados antes de o enviar ao cliente. O que nunca serve é um PDF digitalizado ou uma foto do CV impresso. Aí não há texto, só uma imagem, e o sistema recebe uma página em branco.

O nome do ficheiro e o envio

O ficheiro é a primeira coisa que vê quem recebe o teu email, e fica guardado numa pasta com muitos outros. «CV.pdf» ou «Documento1 final final.pdf» perdem-se; um nome com o teu nome e a função encontra-se sozinho.

  1. Põe o teu nome e a função

    Nome-Apelido-CV-Funcao.pdf, sem acentos nem espaços: «Ines-Exemplo-CV-Tecnica-Compras.pdf». Os hífenes evitam que alguns sistemas estraguem os caracteres.

  2. Um só ficheiro

    Se te pedirem CV e carta de apresentação e o canal só aceitar um anexo, junta-os num PDF. Confirma que não passa dos 5 MB.

  3. Preenche o formulário mesmo que repita o CV

    Se a página de carreiras tiver campos para a experiência, preenche-os com as mesmas datas e funções do CV. Muitas pesquisas são feitas nesses campos, não no ficheiro.

  4. Um assunto que se encontre

    Num email, o assunto leva a função e a referência da oferta, se houver: «Candidatura: Técnica de Compras (ref. 2231)». Assim encontram-no quando o procuram.

  5. Abre-o antes de o enviar

    No telemóvel, como a maioria o vai ver. Se alguma coisa ficar cortada ou mudar de sítio, corrige-se antes, não depois.

Europass: quando sim e quando não

O Europass é o modelo de CV comum da União Europeia: cria-se a partir de um perfil no seu portal e podem guardar-se várias versões. Para Espanha, a EURES apresenta-o como uma alternativa aos modelos clássicos, útil quando te candidatas noutro país europeu, e para Itália lembra que se pode preencher o modelo europeu.

O nosso critério: o Europass faz sentido quando o concurso o pede, em programas europeus, em lugares académicos ou na administração pública de um país da UE. Para uma empresa privada, um CV limpo de uma coluna diz o mesmo em menos espaço. O modelo europeu tende a ocupar mais páginas e dá o mesmo peso a todas as secções, quando o que importa é que se veja primeiro o que a oferta pede.

Um exemplo: o mesmo CV para três destinos

Uma pessoa inventada para ver as decisões na prática. A Inês Exemplo é técnica de compras no Porto, com seis anos de experiência, e esta semana envia o CV para três sítios diferentes.

Exemplo
As três versões do CV da Inês Exemplo

Destino 1: um grupo de retalho em Lisboa, através da página de carreiras. O CV vai para um ATS. A Inês usa um modelo de uma coluna com foto no cabeçalho, porque em Portugal a fotografia é muitas vezes apreciada, em português, em duas páginas porque os seus resultados na negociação com fornecedores são exatamente o que a oferta pede. Indica Porto, Portugal, sem morada completa, e não põe data de nascimento nem estado civil. Preenche os campos do formulário com as mesmas datas.

Destino 2: a filial em Madrid de uma empresa de logística, por email à responsável de recrutamento, cujo nome lhe passou uma antiga colega. Quem vai ler é uma pessoa. A Inês usa um modelo com barra lateral e foto, porque a EURES diz que em Espanha pode ser útil em algumas funções. Esta versão passa no teste de copiar e colar. Duas páginas A4, o máximo que a EURES recomenda para Espanha.

Destino 3: uma empresa em Londres, através da página de carreiras, com a oferta em inglês. A Inês escreve o CV em inglês, numa coluna, sem foto, sem data de nascimento e sem nacionalidade, como aconselha o National Careers Service.

O que não muda em nenhuma versão: os cargos, as empresas, as datas e os números dos seus resultados. Mudam o design, a foto, a língua e a ordem dos resultados conforme cada oferta.

O que a Inês decidiu para cada destino
DecisãoPágina de carreiras em LisboaEmail para MadridPágina de carreiras em Londres
ModeloUma colunaBarra lateralUma coluna
FotoSim, no cabeçalhoSimNão
Data de nascimento e estado civilNãoNãoNão
TamanhoDuas páginasDuas páginas A4Duas páginas completas
LínguaPortuguêsEspanholInglês
FicheiroInes-Exemplo-CV-Tecnica-Compras.pdfInes-Exemplo-CV-Tecnica-Compras-ES.pdfInes-Exemplo-CV-Buyer.pdf
A Inês, as suas empresas e os seus números são inventados. As decisões seguem a tabela por país e a dos canais.

Erros de formato que custam entrevistas

  • Um só CV para tudo. A versão de duas colunas com foto que funciona por email pode chegar baralhada a um portal, e a de uma coluna sem foto pode parecer fria numa feira. Tem as duas prontas.
  • Pôr dados dentro de imagens ou ícones. O número de telemóvel dentro de um ícone de telefone é invisível para um ATS.
  • Tabelas para alinhar datas. No ecrã parecem arrumadas e desfazem-se quando o texto é extraído. Usa tabulações ou põe as datas na mesma linha do cargo.
  • Encolher a letra para caber numa página. Abaixo de 10 pontos não se lê no telemóvel. Se não couber, são duas páginas.
  • Seguir os hábitos portugueses numa oferta de outro país. Uma foto num CV para Londres ou a data de nascimento num CV para Nova Iorque mostram que não conheces o mercado.
  • Enviar um Word quando ninguém o pediu. Abre de forma diferente em cada computador e às vezes mostra comentários ou alterações registadas.

Na Cernoria vemos assim: o formato não é a parte criativa do CV, é a logística. A sua função é fazer chegar o que fizeste, inteiro e por ordem, a quem o tem de ler, no país onde o vai ler.

Uma reflexão da equipa Cernoria

Perguntas frequentes

É melhor enviar o CV em Word ou em PDF?

Em PDF exportado do processador de texto, salvo se a oferta pedir Word. O PDF vê-se igual em todo o lado e o seu texto pode ser lido. Word só quando uma empresa de recrutamento o pede para o editar.

Em Portugal devo pôr foto no CV?

Não é obrigatório, mas a EURES diz que em Portugal é muitas vezes apreciada. Se a puseres, que seja profissional e recente; se o CV for para um portal, põe-na no cabeçalho de um modelo de uma coluna.

Vale a pena usar o CV Europass?

Quando o concurso o pede, em programas europeus, lugares académicos ou na administração pública de um país da UE. Para uma empresa privada, um CV de uma coluna bem organizado costuma dizer o mesmo em menos espaço.

O CV para uma empresa estrangeira tem de estar em inglês?

Vai na língua da oferta. Se a oferta estiver em inglês, o CV vai em inglês mesmo que a empresa seja alemã ou espanhola. Indica o teu nível real em cada língua.

Devo pôr a data de nascimento ou o estado civil?

Não é preciso. Não dizem nada sobre a forma como trabalhas, e o cartão de cidadão e o NIF pedem-se na contratação. No Reino Unido e nos Estados Unidos, não se põem.

Fontes

  1. TheLadders, Eye-Tracking Study, 2018
  2. Cedefop, Europass CV benefits businesses, 2016
  3. ResumeGo, Settling the Debate: One or Two Page Resumes (simulação com 482 profissionais de recrutamento)
  4. U.S. Equal Employment Opportunity Commission (EEOC), Prohibited Employment Policies/Practices
  5. National Careers Service (Reino Unido), CV sections
  6. Universidade de Dundee, CV writing guidance for international students
  7. Bundesagentur für Arbeit (Alemanha), Das 1x1 der Bewerbungsunterlagen, 2025
  8. Antidiskriminierungsstelle des Bundes (Alemanha), guia para empregadores sobre candidaturas anónimas, 2012
  9. EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Espanha
  10. EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: França
  11. Code du travail (França), artigo L1221-6
  12. EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Itália
  13. Código italiano de proteção de dados pessoais, art. 111-bis
  14. EURES (Comissão Europeia), Condições de vida e de trabalho: Portugal
  15. Código do Trabalho, artigo 17.º (proteção de dados pessoais)
  16. Argentina.gob.ar, El camino hacia tu próximo empleo (guia oficial de procura de emprego)
  17. Lei 23.592 (Argentina), atos discriminatórios
  18. Governo de Quintana Roo (México), declaração sobre a lei federal do trabalho, art. 133, 2024
  19. Expansión (México), Estado do México proíbe pedir CV com foto para empregos públicos, 2024
  20. Función Pública (Colômbia), Lei 190 de 1995, art. 1
  21. Elempleo.com (Colômbia), o que não pôr no CV
  22. OMIL do Município de Antofagasta (Chile), como fazer o CV
  23. Dirección del Trabajo (Chile), parecer 2963, 2018 (Código do Trabalho chileno, art. 2)
  24. Gómez-Acebo & Pombo (Espanha), dados pessoais pedidos no recrutamento, 2023 (Ley 15/2022, art. 9.5)

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